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Autor: Horta

Bonito

Bonito, MS: saiba mais sobre uma das maravilhas naturais brasileiras!

Definitivamente, Bonito faz jus ao nome. É um dos lugares mais lindos e surpreendentes do Brasil!

O município – localizado a cerca de 300 km de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, é um ótimo destino para quem deseja descansar, apreciar lindas paisagens e ter mais contato com a natureza. Afinal, é uma das referências do ecoturismo brasileiro, uma vez que conta com diversas grutas, cachoeiras com águas cristalinas e afins.

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Para que você possa conhecer melhor o local e elaborar aquele planejamento de viagem de respeito, o blog da Quick Brasil separou dicas incríveis!

Veja a seguir:

Bonito – Mais detalhes sobre o local…

O nome pode até parecer que foi dado de propósito, devido às maravilhas naturais! Contudo, é uma mera coincidência: a princípio, o povoado se formou nas terras da Fazenda Rincão Bonito – fundada em 1869, muito antes de existir o termo “ecoturismo”.

Está situado na região da Serra da Bodoquena, que é marcada por seus rios de água cristalina – isso se deve à presença das rochas calcárias, que funcionam como uma espécie de filtro.

E uma das informações superinteressantes de Bonito é que a maioria dos atrativos pertencem às propriedades privadas, com uma administração rígida e limite diário de visitação. O objetivo é evitar o excesso de turistas nos lugares – o que poderia prejudicar diretamente o meio ambiente.

Além disso, a contratação de uma agência especializada para a visitar a cidade é obrigatória. Ou seja, não há a possibilidade de contar com a sorte e procurar ingressos para visitações em cima da hora.

Ah, e os preços são tabelados! Desse modo, você não encontrará diferenças de preços entre as agências.

 

Bonito – Como chegar ao local

O trajeto mais conhecido pelos turistas é o desembarque no Aeroporto Internacional de Campo Grande. Deste ponto, é necessário seguir de carro até Bonito. É possível alugar um veículo, contar com as vans que ficam próximas ao terminal rodoviário ou até mesmo com o transporte compartilhado que as agências de viagem ou as hospedagens oferecem.

 

Bonito – 5 lugares que você não deve deixar de conhecer

O fato é que existem diversos lugares incríveis a serem visitados em Bonito. Mas listamos os “principais” deles:

#1 – Gruta do Lago Azul

Bonito - Gruta Lago Azul
Bonito – Gruta Lago Azul. Imagem: Portal Um Viajante

O Monumento Natural da Gruta do Lago Azul é um dos pontos turísticos mais conhecidos da região. Possui duas grandes cavernas formadas por calcário. Ao mesmo tempo que são lindas, são super frágeis e, por isso, é uma área protegida desde 1978.

Para chegar até o local, é preciso descer quase 300 degraus – equivalente a um prédio de 12 andares!

Mas ao descer, vá com cuidado: não há corrimão, apenas uma escada rústica.

E como você pode imaginar, a Gruta do Lago Azul está entre as mais disputadas, portanto, reserve o passeio com antecedência. O limite é de 305 pessoas por dia, que são divididas em grupos com horários determinados para visita, acompanhadas por guias de turismo locais.

Somente as crianças acima de 05 anos são autorizadas a realizar a atividade e para entrar, é obrigatório o uso de papete ou tênis de trilha (com solado de borracha).

#2 – Gruta de São Miguel

Bonito - Gruta de São Miguel
Bonito – Gruta de São Miguel. Imagem: Portal Um Viajante

A Gruta de São Miguel, além de também contar com as formações calcárias, possui centro de visitantes, mirante e trilha nas copas das árvores. Localizada no Parque Ecológico Vale Anhumas, permite que os turistas observem a beleza dos corais e percebam como a preservação da natureza é presente.

O passeio tem uma duração média de 1 hora e meia e 18 km de distância.

#3 – Cachoeiras do Rio Peixe

Bonito - Cachoeiras do Rio Peixe
Bonito – Cachoeiras do Rio Peixe. Imagem: TripAdvisor

As chamadas Cachoeiras do Rio Peixe estão localizadas na Fazenda Água Viva e dura praticamente o dia inteiro. O passeio pelo local conta com um percurso de aproximadamente 1.600m, e os turistas ficam surpreendidos com a série de piscinas naturais, cachoeiras ornamentais e pequenas grutas escondidas – ou melhor, submersas.

Para completar a experiência espetacular, ao final da tarde, um lanche é servido pelo proprietário da fazenda. As crianças com até 05 anos não pagam.

 

#4 – Balneário do Sol

Balneário do Sol
Bonito – Balneário do Sol. Imagem: Portal H2O Ecoturismo

O Balneário do Sol se encontra nas margens do Rio Formoso. Por lá, é possível nadar no próprio Rio Formoso e/ou nas piscinas.

Ademais, os visitantes podem contar com sanitários, salões de jogos, bares, lanchonetes e restaurantes, quiosques para fazer churrasco, quadras de vôlei, parque infantil, plataforma para saltos e afins.

 

#5 – Praia da Figueira

Praia da Figueira
Praia da Figueira. Imagem: Portal Praia da Figueira

 

A Praia da Figueira leva esse nome por conta de uma imensa árvore que compunha o local. A lagoa de águas cristalinas de 60.000m² permite que os visitantes mergulhem e fiquem à vontade.

A infraestrutura então, não há do que reclamar: espreguiçadeiras, playground, sanitários, bares, restaurantes, futebol de areia, quadra de vôlei, etc.

E ainda dá para aproveitar atividades como biribol, caiaque, tirolesa, pedalinho e frescobol.

 

Quanto custa viajar para Bonito?

De acordo com informações do Portal Viajei Bonito, o cálculo médio entre passagens aéreas, atrações, hospedagem e aluguel de carro é de 1.800 por pessoa.

Sem sombra de dúvidas, Bonito é um ótimo lugar para descansar e aproveitar – seja sozinho(a), em casal, amigos ou família!

Por fim, você já pode colocar no seu planejamento!

Para continuar por dentro do mundo das viagens, é só ficar de olho no blog da Quick!

Postado em: novembro 30, 2020

Jalapão

Jalapão: 11 dicas importantes para conhecer o paraíso no Tocantins!

O Jalapão é um dos destinos favoritos da galera que curte ecoturismo e/ou aquele contato próximo com a natureza! Marcado por cachoeiras com águas cristalinas, fervedouros e paisagens de tirar o fôlego, está localizado no cerrado brasileiro, mais especificamente no estado do Tocantins.

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Essa região envolve alguns municípios e diversas áreas de preservação. A principal – e mais famosa – é o Parque Estadual do Jalapão.

Todavia, é necessário ficar por dentro de muitos detalhes importantes antes de conhecer o local.

É por isso que o blog da Quick Brasil elaborou esse post. Anote tudo para fazer o seu planejamento de viagem!

 

Jalapão #1 – Quais são os detalhes sobre a região?

Como mencionamos no início deste post, o Jalapão está localizado no Tocantins – na área do extremo leste, que faz divisa com Piauí, Bahia e Maranhão.

Além disso, os municípios envolvidos pela região são: Mateiros, Novo Acordo, São Félix e Ponte Alta. Dessas cidades, Mateiros é a “cidade base” para os turistas que visitam o Jalapão – e fica a 300 km de Palmas, capital do estado.

 

Jalapão #2 – Como chegar ao local?

Dunas do Jalapão
Dunas do Jalapão. Imagem: Portal Folha – Uol

Primeiramente, é importante frisar que não há aeroportos por perto. Ou seja, boa parte do deslocamento é terrestre. O trajeto mais recomendado para as pessoas que chegarão de outros estados é pegar um avião até Palmas e de lá, continuar de carro.

De acordo com informações do Portal Melhores Destinos, a partir de palmas, a principal via de acesso é a TO-030 até Santa Tereza do Tocantins e em seguida, a TO-130 até a Ponte Alta. Já para quem vai até Mateiros, segue pela TO-255.

Só para ilustrar, o trajeto entre Palmas e Ponte Alta é asfaltado, mas depois começam os trechos de areia e terra. Sendo assim, o uso de um carro 4×4 é indispensável. Entenda melhor a seguir!

 

Jalapão #3 – Por que é necessário se deslocar com um veículo 4×4?

Jalapão - veículo 4x4
Jalapão – Veículo 4×4. Imagem: Portal Melhores Destinos

O fato de diversos trechos serem constituídos por terra e areia fofa faz com que carros sem tração 4×4 atolem constantemente – principalmente nos períodos mais secos, quando o solo fica ainda mais fofo.

Não só o carro é necessário, como também um motorista que já conheça as “manhas” do local, pois é muito simples desperdiçar a viagem ao atolar um veículo comum ou se perder.

Se preferir dirigir, ao alugar um carro pela região, escolha os utilitários esportivos 4X4 (SUV), pois são carros confortáveis e proporcionarão todo o suporte nas estradas.

 

#4 – Qual é a melhor época para viajar?

Podemos dizer que faz calor em todas as épocas do ano no Jalapão. A temperatura fica por volta dos 30ºC, porém, se atente aos períodos chuvosos: de outubro a abril – onde dezembro, janeiro e fevereiro são os meses mais úmidos. Por outro lado, a temperatura seca se estende entre maio e setembro e a melhor época para viajar vai de maio até julho.

No final desse período de seca – agosto/setembro, o pôr do sol fica ainda mais notável e a paisagem é de tirar o fôlego, sem sombra de dúvidas. Entretanto, o ar conta com baixíssima umidade, o que provavelmente tornará os passeios desconfortáveis. Além disso, a vegetação já não estará tão mais verde assim.

Por mais propício que pareça, procure evitar os períodos de férias escolares e feriados prolongados, uma vez que o número de turistas cresce bastante e a maioria dos passeios lotam com antecedência.

 

#5 – Onde se hospedar?

As formas mais comuns de hospedagem no Jalapão são pousadas e campings.

Além dos meios que já conhecemos para a aquisição de hospedagens (reservas na internet, por exemplo), é possível contratar pacotes de turismo para o Jalapão. No Portal Korubo, os turistas fazem o chamado
“Safari Camp”,  que conta com alimentação, acomodações, deslocamentos e passeios.

Se preferir não se vincular a nenhuma empresa, a recomendação é que você procure por pousadas nas regiões de Mateiros (próxima ao Parque Estadual do Jalapão), Ponte Alta, São Félix ou Novo Acordo.

A maioria das hospedagens oferecem serviços simples, mas com excelente recepção aos visitantes.

 

#6 – O que não deve ficar de fora das suas bagagens?

Ao viajar para o Jalapão, tenha em mente que os seguintes itens não podem faltar:

  • Protetor solar;
  • Roupas de banho;
  • Repelente contra insetos;
  • Carregadores de bateria externos;
  • Lanterna;
  • Sapatilhas para trilhas e água;
  • Máscara de mergulho (para apreciar as cachoeiras e fervedouros);
  • Câmera fotográfica (e se possível, câmera subaquática para registrar os melhores momentos);
  • Toalhas;
  • Chapéus, bonés e óculos de sol;
  • Mochilas (melhor para o deslocamento, evite as malas de rodinhas);
  • Casacos e bolsas impermeáveis;
  • Itens de higiene pessoal (escova de dentes, shampoo, condicionador, sabonete), pois nem todas as pousadas possuem;
  • Medicamentos de uso pessoal.

 

#7 – Falando em itens indispensáveis… priorize o uso de roupas leves!

Reforçamos que o calor prevalece na região do Jalapão. No período de inverno, pode fazer um friozinho bem leve durante à noite, mas nada a nível de arrependimento por não ter levado casacos quentes.

Portanto, o melhor mesmo é apostar no vestuário leve, com peças de secagem rápida, para evitar que o corpo fique molhado por muito tempo após as atrações.

Em contrapartida, não tenha dó de colocar roupas de banho na mala! Elas serão usadas todos os dias. Esteja preparado(a)!

Se você apostar em trilhas – como a da Serra do Espírito Santo, por exemplo, leve calças e calçados de trilha para concluir o trajeto confortavelmente.

Senão, chinelos e/ou sapatilhas que possam entrar na água já estão de bom tamanho.

 

#8 – O que você precisa saber sobre a conexão com a internet?

Outro ponto muito importante para uma viagem ao Jalapão, é saber que o sinal de celular é baixíssimo, quase escasso mesmo – o que pode ser um problema para os “dependentes” de conexão com a internet.

Ademais, a maioria das pousadas não contam com Wi-Fi, e é bem normal passar longos períodos sem qualquer tipo de conexão. Dentre as operadoras, a com melhor sinal é a Claro, enquanto a Tim não tem sinal e Vivo aparece poucas vezes.

Deste modo, procure resolver todas as pendências que necessitem da conexão com a internet antes de realizar a viagem, e aproveite o cenário paradisíaco para se desligar de tudo e se conectar apenas com a natureza!

 

#9 – Os principais atrativos da região não exigem trilhas extensas

Para quem ama a natureza, mas não curte muito andar, uma ótima notícia: as principais atrações do Jalapão não exigem trilhas muito longas e complicadas, e os carros conseguem se aproximar bem das cachoeiras e fervedouros. Exceto a trilha da Serra do Espírito Santo, que é consideravelmente íngreme.

Todavia, a gente reforça: aposte sempre no carro 4×4!

 

#10 – Dicas de passeios

Jalapão - Cachoeira do Formiga
Jalapão – Cachoeira do Formiga. Imagem: Portal Melhores Destinos

Agora, vem a parte mais interessante! Confira a lista de lugares sensacionais que você deve conhecer ao ir para o Jalapão:

– Cachoeira do Rio Soninho Pequena;

– Cachoeira do Rio Soninho Grande;

– Cânion do Sussuapara;

– Prainha do Rio Novo;

– Fervedouro Bela Vista;

– Serra do Espírito Santo (o nascer do Sol é simplesmente incrível!);

– Fervedouro dos Buritis;

– Fervedouro do Alecrim;

– Dunas do Jalapão.

 

#11 – Quantos dias ficar?

Para poder desfrutar o máximo possível da viagem, o tempo mínimo recomendado para estadia é de 5 dias, pois assim você poderá aproveitar boa parte das atrações sem pressa.

Mas claro, quanto mais tempo puder ficar, melhor!

 

Depois desse post… partiu Jalapão, né?!

Curtiu as nossas dicas? Então compartilhe esse artigo com os seus amigos!

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Postado em: novembro 16, 2020

Fortaleza

Fortaleza: 5 dicas para planejar sua viagem!

Definitivamente, Fortaleza é um destino incrível! Quem ainda não conheceu, provavelmente já ouviu falar sobre suas maravilhas naturais: dunas, lagoas, praias, palmeiras e afins. Quem conheceu, provavelmente falará o quanto deseja voltar!

E ao planejar a viagem, é interessante saber de alguns detalhes, a fim de aproveitar o período ao máximo.

Melhores destinos nacionais: veja 5 maravilhas litorâneas brasileiras!
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Roteiro de Viagem: confira 08 dicas para se preparar!  

Pensando nisso, o blog da Quick Brasil te dá dicas imperdíveis sobre a cidade. Confira!

#1 – Fortaleza: qual é a melhor época do ano para viajar?

Segundo informações do Portal Volto Logo, o período mais seco e quente começa logo na segunda quinzena de julho – no qual outras regiões do país ainda seguem com dias frios –, e vai até dezembro. O período é excelente para pegar dias ensolarados.

Já entre janeiro e fevereiro, os dias são chuvosos – mas não quer dizer que também não dá para aproveitar. E considerando que um dos principais atrativos de Fortaleza é o clima litorâneo, não é recomendado viajar para lá entre março e junho.

#2 – Como se locomover?

As opções mais populares são os aplicativos de corrida, transporte público, aluguel de carro ou transfers de agências. Todavia, quem decidir se hospedar próximo à praia e consequentemente aos pequenos comércios e restaurantes, terá o luxo de se deslocar em caminhadas curtas.

Dentre as opções que citamos acima, os transfers de agências são indicados para chegar às praias mais afastadas de Fortaleza. Os preços são acessíveis e ainda é possível contar com o conforto de embarcar e desembarcar na porta do hotel.

#3 – Dicas de praia

Fortaleza - Praia de Meireles
Praia de Meireles. Imagem: Camille Panzera / Portal Melhores Destinos

 

Praia de Meireles

Localizada em região urbana, é bem movimentada, principalmente por quem decide se hospedar na cidade. Mas, ainda que suas águas sejam consideravelmente tranquilas, possui alguns pontos que não são indicados para banho.

 

 

Fortaleza - Praia do Mucuripe
Praia do Mucuripe. Imagem: TripAdvisor

Praia do Mucuripe

A Praia do Mucuripe é tranquila e concentra o famoso Mercado do Peixe. Consequentemente, o local é marcado por muitos barcos de pescadores parados na costa. Se você gosta de frutos do mar fresquinhos, é uma ótima pedida!

 

 

 

Fortaleza - Praia do Futuro
Praia do Futuro. Imagem: Levarti

Praia do Futuro

A Praia do Futuro é a mais famosa da capital, e uma das mais belas também! Possui uma extensa faixa de areia e é sempre bem movimentada.

Suas águas são esverdeadas, como nos filmes. É um local muito procurado por surfistas, uma vez que conta com ondas fortes.

 

 

Praia de Iracema
Praia de Iracema. Imagem: Portal Diário do Nordeste

Praia de Iracema

A Praia de Iracema é praticamente vizinha de Meireles, e atrai muitos turistas por sua pegada urbana.

Durante a noite, o clima boêmio toma conta da região com barzinhos e restaurantes charmosos. Além disso, os visitantes podem aproveitar o Centro de Artesanatos que carregam um pouco da história de Fortaleza.

 

#4 – Onde se hospedar?

O ideal é escolher hospedagens que ficam na região das orlas, pois facilita a locomoção e o acesso aos bares, restaurantes e outros pequenos comércios.

Nesse sentido, as principais indicações são: Praia de Meireles, Praia de Iracema e Praia do Futuro.

Para uma boa pesquisa de hotéis e reservas, conte com plataformas como o Booking.com.

#5 – Quantos dias ficar na cidade?

Para aproveitar várias das maravilhas de Fortaleza, a recomendação é pegar um período entre 7 e 5 dias. Mas claro, quanto mais dias você puder ficar, melhor!

Por fim, se estiver com vontade de estender a viagem e visitar a famosa Jericoacoara, coloque pelo menos mais 3 ou 4 dias no roteiro. Ou seja, evite o “bate e volta”! Será muito exaustivo e provavelmente você aproveitará pouco.

 

Anotou as dicas de Fortaleza? Para ficar por dentro de mais conteúdos como esse, fique de olho no blog da Quick.

E já sabe: voo atrasou ou cancelou? Você pode clicar aqui e enviar o seu caso!

Postado em: outubro 29, 2020

Maceió

Maceió: 7 dicas para visitar o paraíso tropical!

Viajar para Maceió significa visitar um dos litorais mais belos do Brasil!

Conhecida como “Caribe Brasileiro”, a capital de Alagoas conta com opções de hotéis, bares, restaurantes e diversas maravilhas naturais admiradas por milhares de turistas: piscinas naturais, águas cristalinas, areias douradas e aqueles coqueiros dignos de filmes.

Se você está planejando conhecer o local, mas precisa saber alguns detalhes primeiro, esse post é para você.

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Como chegar? Qual é a melhor época para viajar? Quantos dias ficar?

Confira essas e outras dicas a seguir:

#1 – Maceió: como chegar?

Ao chegar de avião, o desembarque será no Aeroporto Internacional de Maceió – Zumbi dos Palmares (MCZ), localizado a pouco mais de 20km da orla.

Maceió é ligada por voos diretos a Brasília, São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Salvador, Aracaju, Campinas, Ribeirão Preto e Rio de Janeiro. As cidades que não foram mencionadas, precisam fazer conexão com as que citamos acima (normalmente em São Paulo ou Salvador).

O terminal rodoviário, por sua vez, fica mais próximo de das praias – cerca de 7km.

#2 – Qual é a melhor época para viajar para Maceió?

Um fato é certo: o mar da capital alagoana é lindo durante todos os meses do ano! Contudo, há temporadas mais propensas para turismo. Recomenda-se viajar entre outubro e janeiro, pois o tempo é mais firme e as águas estão super clarinhas.

É possível visitar em setembro, fevereiro e março, mas é importante saber que há a possibilidade de pegar dias de chuva, o que acaba atrapalhando os passeios.

Maio e junho são os períodos mais chuvosos.

#3 – Quantos dias ficar?

É interessante que sejam reservados pelo menos 7 dias completos para aproveitar bem Maceió. Mas, ao conseguir pelo menos 4 ou 5 dias, também já vale super a pena!

#4 – Algumas indicações de praias

Maceió - Praia Ponta Verde
Maceió – Praia Ponta Verde. Imagem: Portal Viagem e Turismo

 

Ponta Verde – a praia da Ponta Verde é uma das favoritas de diversos turistas, e é lá que fica a placa “Eu Amo Maceió”! O pôr do sol é simplesmente esplêndido e os coqueiros fecham o combo de “paisagem de filme”.

 

 

 

 

Maceió - Praia de Jatiúca
Maceió – Praia de Jatiúca. Imagem: Portal Praias de Maceió

 

 

Jatiúca – fica bem próxima à Ponta Verde e, além do fácil acesso à rede hoteleira, lojas e restaurantes, conta com águas calmas.

 

 

 

 

 

Maceió - Praia Cruz das Almas
Maceió – Praia Cruz das Almas. Imagem: Portal Praias de Maceió

 

Cruz das Almas – é uma praia menos frequentada por turistas, pois possui águas turvas. Escolhida por quem tem mais experiência com o mar e gosta de pegar ondas.

 

 

 

 

Praia de Pajuçara
Praia de Pajuçara. Imagem: Portal Viagem e Turismo

 

Pajuçara – está entre as mais conhecidas da cidade. É marcada por suas piscinas naturais, exploradas por passeios de jangada que custam em média R$ 30,00. As águas são super verdes, mas é melhor se informar quanto aos horários que a maré está mais baixa, ainda que seja uma praia normalmente tranquila.

 

 

#5 – Como se locomover na cidade?

Ao viajar em família ou em grupo de amigos, alugar um carro pode ser uma boa aposta, considerando a independência na escolha dos pontos turísticos e nos horários, pois as excursões seguem um cronograma.

Agora, quem quer apenas se divertir e não se preocupar com direção, os passeios oferecidos por receptivos turísticos também podem ser boas opções. Ademais, para corridas curtas, é possível solicitar carros de aplicativo.

 

#6 – Onde se hospedar em Maceió?

Boa parte dos hotéis de Maceió está localizada nas orlas de Ponta Verde, Jatiúca e Pajuçara, e a maioria está acompanhada por ótimos bares e restaurantes – o calçadão que fica entre Pajuçara e Ponta Verde é um dos trechos mais movimentados! Perto desses locais, fica mais fácil se deslocar até a praia.

Além disso, o comércio é bem atrativo, recheado por feirinhas de artesanato, que os turistas amam.

Para quem está em busca de economia, mas sem abrir mão de um certo conforto, os hotéis recomendados são o Praia Bonita Jatiúca e Soft Inn Maceió.

Em níveis “intermediários”, o Porto Jatiúca ou o Holliday Inn são ótimos!

Já os hotéis que contam com uma estrutura mais complexa e uma vibe mais “luxuosa”, as indicações são o Best Western Premier Maceió ou o Meridiano Hotel.

 

#7 – Sobre a gastronomia

Definitivamente, os sabores da culinária nordestina são inigualáveis e Maceió é uma das cidades perfeitas para aproveitá-los.

Assim como mencionamos sobre as hospedagens, as orlas de Ponta Verde e Pajuçara contam com muitos restaurantes – inclusive, com sistemas de buffet à vontade. Os da região de Jatiúca são consideravelmente afastados entre si, então é recomendado ter o endereço certo.

Se preferir opções mais baratas, os quiosques à beira-mar também são de qualidade. Tapiocas, lanches ou porções podem variar entre R$ 10,00 e R$ 25,00.

 

E aí, pronto(a) para montar o seu roteiro de viagem para Maceió?

Para mais dicas, é só continuar de olho no blog da Quick.

E já sabe: se tiver problemas com atrasos ou cancelamentos de voo, clique aqui e nos envie o seu caso!

Postado em: outubro 15, 2020

Plataformas Self-bookings

Plataformas Self-Bookings de Viagem: o que são?

Confira o que você precisa saber!

Organizações que promovem viagens corporativas sabem a importância de uma boa gestão relacionada a essa área: estamos nos referindo às estratégias para redução de custos e um maior aproveitamento de tempo para os funcionários de modo geral.

Nesse sentido, automatizar alguns dos processos envolvidos pode ser bem eficaz. E é aí que entram as plataformas self-bookings.

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A seguir, explicaremos melhor sobre o assunto:

Plataformas self-bookings: o que são?

Basicamente, são plataformas que reúnem diversos recursos em um único lugar, não dependendo de “terceiros” para operar tranquilamente.

Especificamente falando de plataformas self-bookings de viagem, são aquelas que permitem que os próprios colaboradores façam solicitações de viagens, reservas e afins. Todavia, essas ações respeitam uma política de viagem elaborada pela empresa. Por exemplo: o valor das passagens não pode ultrapassar R$ 2.000,00.

Plataformas self-bookings: vantagens

Veja abaixo quais são as principais vantagens de usufruir as plataformas self-bookings:

#1 – Segurança nos pagamentos

Um dos principais pontos a serem bem avaliados é a segurança de informações e, claro, de pagamentos. Ao inserir um cartão de crédito, os dados ficam salvos em plataformas PCI Compliance (Payment Card Industry), com altos níveis de criptografia e segurança.

Em casos de faturas, o extrato fica disponível para checagem da organização.

#2 – Os processos são simplificados

Muitas empresas que realizam viagens corporativas trabalham ao “modo tradicional”, com departamentos especializados na gestão dessas viagens. Ou seja, que centralizam todas as ações: desde a reserva das passagens até o processo de reembolso – se necessário.

Mas, para que esses processos sejam feitos da forma mais completa e correta possível, os responsáveis pelo departamento levam MUITO tempo. Afinal, é preciso apurar todas as notas fiscais, sempre conferir a política de viagens estabelecida e afins.

Ao utilizar plataformas self-bookings – de preferência com as exigências da empresa já definidas e configuradas –, o processo é totalmente simplificado, uma vez que o próprio funcionário pode entrar e realizar as reservas. Além disso, o sistema fica encarregado pelos reembolsos e validação de recibos, o que otimiza muito tempo e reduz gargalos.

#3 – Automação de relatórios

Além da praticidade de várias ações que citamos no tópico anterior, também há a possibilidade de gerar relatórios completos de “uma vez só”, ao invés de ter todo o trabalho de exportar e organizar informações. Entretanto, isso dependerá dos tipos de integração disponíveis.

Principais características

Para escolher uma boa plataforma, é necessário se atentar aos seguintes pontos:

– Boa usabilidade no desktop e em dispositivos móveis

De forma geral, quando um usuário realiza o seu primeiro acesso, é preciso que ele identifique logo de cara como mexer na ferramenta, sem precisar de um manual de instruções ou algo do tipo.

Ademais, podemos afirmar que boa parte dos acessos à internet é proveniente de smartphones. Desse modo, a plataforma também precisa corresponder às expectativas de adaptação de usabilidade para todos os dispositivos.

– Suporte em tempo real

As ferramentas devem oferecer ajuda em tempo real aos usuários, seja por chat online no próprio site, WhatsApp ou telefone.

– Informações de passagens aéreas e hospedagens em tempo real

Uma boa plataforma precisa informar preços, disponibilidade e outros detalhes em tempo real, a fim de garantir que os usuários pesquisem e adquiram as melhores combinações entre itens como passagens aéreas e hospedagem.

– Facilidade nos pagamentos

A ferramenta deve permitir a configuração e parametrização das condições de pagamento com segurança. Por exemplo: ao configurar um cartão de crédito, todos os funcionários que acessarem a ferramenta podem realizar compras, sem necessariamente acessar os dados – lê-se: número do cartão, data de vencimento e código de segurança.

– Configurações dos níveis de acesso

As próprias empresas podem criar regras de utilização da plataforma, ao permitir que determinados usuários acessem relatórios e outros façam apenas a compra de suas próprias passagens, etc.

Exemplos de plataformas self-bookings

Ao identificar as principais características, muitas pessoas podem pensar que sites comuns como Decolar.com e o Booking – que realizam compra de passagens e reserva de hospedagens, respectivamente, se tratam de plataformas self-bookings. Mas, ainda que sejam dois sites intuitivos, que permitem a compra de itens de viagem sem ajuda de terceiros, não chegam a entrar na categoria que frisamos neste post.

Isso porque estamos falando de uma ferramenta ainda mais específica – voltada para empresas –, nas quais as mesmas podem criar suas próprias políticas de viagens, fornecendo total direcionamento nas compras dos funcionários para os deslocamentos corporativos.

Separamos dois exemplos:

#1 – PayTrack

A PayTrack é uma plataforma self-booking que centraliza os fornecedores de empresas, garante o cumprimento das regras dos usuários – diante à política de viagens que reforçamos – e realiza a integração da ferramenta ao backoffice da empresa.

Conta com algumas funções indispensáveis para organizações:

– Cotação Multi-agência;

– Políticas e regras;

– Integração com faturas;

– Controle de orçamento;

– Hotel preferencial;

– Agência interna;

– Função Delegate;

– Planejamento de roteiro.

#2 – OnFly

A OnFly também entra nessa categoria, e se define como “solução all-in-one com gestão de viagens e despesas em uma única plataforma, com intensivo uso de tecnologia e uma boa dose de calor humano”.

Disponibiliza os seguintes benefícios para organizações:

– Passagens com descontos;

– Gestão de despesas;

– Política de viagens;

– Fatura consolidada;

– Suporte;

– Cobrança transparente;

– Plataforma ágil;

– Mais de 320 mil hotéis espalhados pelo Brasil e mundo, com preços exclusivos.

Em suma, as plataformas self-bookings estão transformando as viagens corporativas ao simplificar processos com segurança e transparência.

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Postado em: setembro 30, 2020

Bleisure

Bleisure: saiba mais sobre a tendência em viagens corporativas

É possível conciliar trabalho e diversão? A Quick responde!

As viagens corporativas são indispensáveis para diversas organizações, principalmente quando falamos de vendas externas, congressos e outros eventos que exijam o deslocamento de funcionários.

Nesse sentido, algumas tendências surgem a fim de proporcionar mais conforto aos colaboradores. Hoje, falaremos sobre uma delas: bleisure.

Viagens corporativas: entenda sobre o assunto em 3 pontos!
Alta temporada de viagens: qual é a melhor época para viajar?
Classes de voo: saiba quais são os tipos e como cada um funciona!  

Entenda a origem do termo, o conceito, as vantagens e como as empresas colocam essa tendência em prática. Confira!

Bleisure: origem e conceito

O termo bleisure tem como origem a junção das palavras business (negócios) + leisure (lazer). Basicamente, isso quer dizer que os funcionários poderão unir o útil ao agradável: trabalhar e ao mesmo tempo ter momentos de diversão. Afinal, uma viagem corporativa não precisa ser cansativa ao tratar apenas de negócios, também é possível desfrutar das paisagens, fazer network, conhecer a cultura local e afins.

Mas, por trás disso, é claro que há muita organização, para que os compromissos de trabalho não sejam prejudicados. Os colaboradores cumprem os dias combinados e, geralmente, são liberados para turismo e outras atividades nos últimos dias.

Além disso, uma característica interessante dessa tendência é que os amigos ou familiares podem acompanhar no período adicional.

De acordo com dados de uma pesquisa do Bridge Street Global Hospitality, denominada The Bleisure Report 2014, 46% das pessoas entrevistadas já ficaram alguns dias a mais em suas viagens corporativas, enquanto 79% acreditam nos benefícios desta combinação.

Bleisure: vantagens

Sabemos que organizações que contam com culturas acolhedoras e prezam pelo bem-estar dos funcionários se destacam nos resultados. Isso porque os mesmos se sentem valorizados e motivados a desempenharem seus papéis da melhor forma possível.

Ao proporcionar bleisure, as empresas entram no ritmo deste novo cenário: incentivando os colaboradores, melhorando o rendimento perante ao mercado de trabalho e saindo à frente da concorrência.

Ademais, não são só os funcionários que sentem os efeitos positivos dessa tendência: outros setores da economia como as redes de transportes, gastronomia e hotelaria são beneficiadas, por exemplo, uma vez que durante a estadia, os hóspedes necessitarão de todos esses serviços.

Bleisure no cenário brasileiro

Apesar de ser uma forte tendência, a prática no Brasil permanece tímida – pelo menos até a data deste post. Isso se deve à resistência de empresas mais conservadoras, que acreditam que o lazer somado ao trabalho geram gastos “desnecessários” e podem tirar o foco.

Algumas (poucas) empresas adotaram a prática. Todavia, as negociações são totalmente “personalizáveis e internas”, por ainda não ter uma Política de Viagens definida para essa área.

A expectativa é que, futuramente, essa política seja redigida formalmente, com o objetivo de evitar desentendimentos – principalmente na parte de reembolsos, onde são separados os gastos do colaborador com atividades profissionais ou pessoais.

Aproveitando o gancho, é importante frisar que na bleisure, essa regra já fica quase que pré-definida: os gastos nos dias de lazer ficam na responsabilidade do próprio funcionário.

Como manter o controle de gastos nesse tipo de viagem?

As empresas que desejam colocar essa tendência em prática agora, precisam da regulamentação que citamos anteriormente. Nesse documento, deve constar todos os direitos e deveres de ambas as partes.

Além disso, é necessário indicar contatos de emergência, fornecedores e outros detalhes que a empresa julgue indispensáveis.

Por último, mas nunca menos importante, o planejamento financeiro. Nessa parte, é essencial discriminar a divisão de gastos. Por exemplo: a organização custeia passagens, hospedagens, transportes e alimentação. O que ficar fora disso, ficará a cargo do funcionário.

E aí, a empresa na qual você trabalha ou administra pratica – ou ao menos cogita – a implementação de bleisure?

Agora que você já sabe mais sobre esse assunto, pode torná-lo pauta nas próximas reuniões.

Para continuar por dentro do mundo das viagens, continue de olho no blog da Quick!

Postado em: setembro 15, 2020

Viagens corporativas

Viagens corporativas: entenda sobre o assunto em 3 pontos!

Com o aumento das demandas organizacionais, é bem comum que as empresas – sejam elas de pequeno, médio ou grande porte – promovam viagens para seus funcionários. Como por exemplo: idas a congressos, reuniões com clientes, feiras ou outros tipos de eventos. São as chamadas viagens corporativas.

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Nesse post, explicaremos tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

#1 – Viagens corporativas: o que são?

De acordo com a definição da Copastur (2018), viagens corporativas “são aquelas feitas pelos funcionários de determinada organização em nome da instituição”.

O deslocamento desses funcionários pode ser por diversos motivos, como mencionamos no início do texto: feiras, congressos ou até mesmo visita aos chamados “clientes-chave”, geralmente para o fechamento de negócios ou outros assuntos que podem ser resolvidos apenas pessoalmente.

Nesse sentido, pelo menos a maioria das empresas que promovem viagens corporativas, não consideram um simples gasto com os colaboradores, e sim um investimento, uma vez que estes conseguem alguns benefícios como: estreitamento de laços com clientes ou fornecedores, sucesso em negociações, promoção da marca (em casos de feiras e congressos) e afins – o que consequentemente gera maior lucratividade.

#2 – Gestor de viagens corporativas: conheça o profissional por trás do processo

Para que essas viagens sejam devidamente controladas – e claro, obtenham sucesso –, há um profissional especializado na área por trás de tudo, denominado gestor de viagens corporativas. Essa contratação é indicada independentemente do porte da empresa – desde que realize o processo.

De forma prática, o gestor centralizará e analisará todas as informações referentes às viagens realizadas pela corporação, estabelecendo determinados critérios de controle de atividades e acompanhando todo o “desenrolar” da situação.

Dentre as principais responsabilidades deste profissional, podemos destacar:

– Controle de orçamento – quais serão os gastos necessários na viagem;

– Reserva de hotéis e passagens ou aprovação de reservas realizadas pelos próprios colaboradores;

– Assessoria aos viajantes;

– Definição das políticas de viagem;

– Sugestão de roteiro turístico – se houver parte recreativa durante a viagem;

– Elaboração de planilhas e relatórios para avaliação dos acionistas e diretores.

É importante frisar que, dependendo da forma de gestão e organização de cada empresa, pode ser que a gestão de viagens corporativas fique atrelada aos seguintes cargos: Analista de Suprimentos, Administrativo ou Financeiro; Coordenador(a) Administrativo/Financeiro; Analista de RH ou Secretários(as).

Isso é bem particular de cada empresa, mas um ponto em comum entre todas é que o uso de ferramentas para automatização desses processos é mais do que necessário, a fim de otimizar tempo e garantir mais eficácia de modo geral.

#3 – O pós-viagem precisa ser avaliado!

Por fim, o gestor de viagens corporativas avaliará criteriosamente os resultados obtidos no deslocamento dos funcionários, para assim manter ou realinhar estratégias.

Partindo desse ponto, o roteiro de viagem pode ser rediscutido e um novo planejamento pode ser feito. Essa avaliação leva em consideração cada detalhe: desde a qualidade do voo até o atendimento realizado pelo hotel.

Em suma, o cuidado com as viagens corporativas é super essencial, para essas ocorram da forma mais inteligente e eficaz possível.

 

Para ficar por dentro do mundo de viagens, basta continuar de olho no blog da Quick.

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Postado em: agosto 31, 2020

Classes de voo

Classes de voo: saiba quais são os tipos e como cada um funciona!

Viajar é sempre muito bom, não é mesmo?! Mas, boa parte dos viajantes não conhece todos os tipos de classes de voo disponíveis. Entre os motivos, estão os altos preços envolvidos.

Entretanto, em determinados períodos do ano, as companhias aéreas realizam promoções e, talvez para viagens mais longas, as classes que oferecem mais conforto podem ser consideradas.

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Por isso, a fim de esclarecer todas dúvidas relacionadas ao assunto, a Quick Brasil te conta quais são os tipos de classe e como estes de fato funcionam. Confira!

Classes de voo: econômica

A classe econômica é a mais conhecida e utilizada entre os passageiros. Sua principal característica é o baixo preço quando comparado às demais classes, pois se trata de uma categoria mais básica.

Contudo, os viajantes não precisam se preocupar, porque ainda assim, terão um conforto considerável: encostos de cabeça, poltronas ajustáveis e inclináveis – na parte do tronco e pernas.

Além disso, refeições são oferecidas. Geralmente, elas são ajustadas conforme o horário e duração do voo, assim como as bebidas. Mas, isso dependerá muito da empresa que está oferecendo os serviços, pois algumas não disponibilizam refeições em rotas selecionadas. Dessa forma, os passageiros interessados precisam comprá-las.

E conforme a duração do voo, entretenimento multimídia também pode ser ofertado para os viajantes, com filmes, música ou programas de TV.

Econômica Premium

Você sabia que dentro da categoria econômica, existe a versão premium? Sim, isso mesmo! Basicamente, funciona quase que da mesma forma da econômica comum, mas com uns “mimos” a mais, como: acesso às salas vip do aeroporto para aguardar o voo, mais conforto no transporte da bagagem e os assentos contam com mais espaços nas laterais e nas pernas.

Classes de voo: executiva

A classe executiva (business), conta com flexibilidade nos horários de voos, cabines confortáveis, poltronas com mais espaço, variedade de refeições e equipamento multimídia para entretenimento. Ademais, o limite das bagagens é maior. Ou seja, dificilmente os passageiros desta classe reclamarão dos “perrengues” com o peso das malas.

Há salas especiais para aguardar o voo, cafés e bares – ideais para viagens a trabalho, nas quais as “pausas” para resolver problemas são necessárias. Nesse sentido, é bem comum encontrar tomadas para conectar os computadores e serviços de conexão à internet.

O atendimento é VIP e o tempo normalmente gasto com check-in é bem otimizado.

Inclusive, alguns aeroportos disponibilizam chuveiros! Demais, não é?!

Primeira classe

A primeira classe, como o próprio nome já sugere, é a melhor – e mais cara – das opções. Nela, o viajante possui total privacidade, condições exclusivas e muuuuitos mimos.

Os assentos são fabricados com materiais de alta tecnologia – e podem se transformar em uma grande e confortável cama.

As refeições são preparadas pelos melhores chefs, servidas ao horário de preferência do viajante – diferentemente da classe econômica, na qual o horário é determinado pela companhia aérea.

Além, é claro, das salas VIP, bares, restaurantes, check-in hiper agilizado e até mesmo um ótimo e completo café da manhã no aeroporto.

 

Em uma breve comparação das 4 opções citadas nesse post, podemos dizer que a econômica premium está entre a econômica comum e a executiva, se tornando uma categoria “média”; enquanto isso, a primeira classe está em um degrau acima da classe executiva – ambas oferecem muito conforto, mas a business é um pouco mais “prática” do que a 1st class.

Para voos nacionais, não há primeira classe

Aqui no Brasil, normalmente as companhias aéreas não trabalham com voos de primeira classe para destinos nacionais. Inclusive, não há a diferenciação e cabines entre econômica e executiva.

Entretanto, é possível sim que os passageiros tenham um pouco mais de conforto – com assentos especiais.

Funciona mais como uma econômica premium – se for avaliar os serviços ofertados e os preços, que costumam ser acessíveis, mas com adicionais de bagagem, espaço, mais opções no cardápio e outras facilidades.

 

Agora que você já sabe como funcionam as classes de voos, já pode considerar as opções para o seu planejamento de viagem, não é mesmo?!

E por fim, você também já sabe que se o voo atrasar ou cancelar, basta clicar aqui e nos enviar o seu caso. Se aprovado, você garante R$ 1.000,00 em 2 dias.

Postado em: agosto 17, 2020

Cidades para curtir o inverno no Brasil

Conheça 10 cidades para curtir o inverno no Brasil!

Por aqui, a população é dividida em dois grupos: os que preferem verão e os que preferem inverno. 

Brincadeiras à parte, diferentemente do que muitos possam pensar, há excelentes lugares a serem aproveitados na época mais fria do ano. E é por isso que selecionamos 10 indicações de cidades para curtir o inverno no Brasil.

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Pegou papel e caneta ou o bloco de notas do celular? Então, confira nossas indicações e anote aí!

#1 – São Joaquim, Santa Catarina

Cidades para curtir o inverno no Brasil - São Joaquim, SC
Cidades para curtir o inverno no Brasil – São Joaquim, SC. Foto: Portal Viagem e Turismo

Ainda há quem diga que no Brasil não neva, hein?! São Joaquim é uma das cidades brasileiras que, no inverno, atingem temperaturas abaixo de zero. Ideal para quem é fã dessa época do ano. Algumas vezes pode nevar por lá, o que atrai muitos turistas.

Além disso, o amigável local conta com muita vegetação ao redor, algumas vinícolas – como a Serra do Rio Rastro e a Pedra Furada –, montanhas, etc.

#2 – Monte Verde, Minas Gerais

Cidades para curtir o inverno no Brasil - Monte Verde, MG
Cidades para curtir o inverno no Brasil – Monte Verde, MG. Foto: Portal Viajando na Janela

Se você acompanha o blog da Quick, deve ter notado o quanto amamos falar de Monte Verde. Mas, precisamos enaltecer que a pequena cidade mineira é super charmosa, e é o destino preferido de diversos turistas ao redor do Brasil durante o inverno.

Seu “minicentro” conta com restaurantes variados, cervejarias e comércios para diferentes gostos. Ademais, os chalés e hotéis são bem convidativos. 

Você pode curtir também algumas atividades como trekking, passeio a cavalo, tirolesa e afins.

#3 – Domingos Martins, Espírito Santo

Cidades para curtir o inverno no Brasil - Domingos Martins, ES
Cidades para curtir o inverno no Brasil – Domingos Martins, ES – Pedra Azul. Foto: Portal Rotas Capixabas

Domingos Martins é uma cidade localizada na região serrana do Espírito Santo. Ao viajar para lá no inverno, você com certeza será agraciado(a) com conforto, beleza e muita comodidade.

Há restaurantes super aconchegantes e, alguns hotéis com lareira são dignos de um cenário de filme.

Em relação às atrações locais, você pode aproveitar as cavalgadas e as maravilhosas paisagens de alguns pontos turísticos, como a Pedra Azul, por exemplo.

#4 – Penedo, Rio de Janeiro

Penedo, RJ
Penedo, RJ. Foto: Guia do Turismo Brasil

Penedo, além de ser uma cidade ótima para curtir o inverno, possui muita bagagem. Foi fundada por finlandeses – daí a referência na arquitetura da “vila” – nos anos 1920, e era a principal colônia do país. Para mergulhar a fundo em sua história, recomendamos a visita ao Museu Finlandês Dona Eva. 

Na época mais fria do ano, Penedo conta com a gastronomia de referências europeias e, claro, muito vinho e queijo.

Sendo assim, se colocar a cidade no seu roteiro de viagem, não deixe de visitar alguns pontos turísticos como o Vale dos Duendes, a Roda D’Água e a Casa do Papai Noel.

#5 – Holambra, São Paulo

Holambra, SP
Holambra, SP. Foto: Brunella Nunes.

Também conhecida como capital das flores, Holambra é a sétima melhor região no quesito qualidade de vida no Brasil, de acordo com informações do Portal Casa Vogue.

No inverno, o local é marcado pelas atrações culturais e gastronômicas, atraindo muitos turistas.

Sua arquitetura holandesa chama muita atenção. Nesse sentido, para entender melhor sobre a história da cidade, é possível visitar o Museu Histórico, que possui um amplo acervo sobre a colonização holandesa.

#6 – Garanhuns, Pernambuco

Garanhuns, PE
Garanhuns, PE. Foto: Prefeitura Municipal de Garanhuns

Localizada a 230 km de Recife e a 842 metros de altitude, Garanhuns é uma das charmosas cidades pertencentes ao circuito de frio pernambucano. Possui um clima serrano que chega a 16ºC no inverno. Nesse período, é realizado o Festival de Inverno de Garanhuns, que inclui apresentações, espetáculos e outras diversas manifestações culturais.

#7 – Campos do Jordão, São Paulo

Campos do Jordão, SP
Campos do Jordão, SP. Foto: Naturam

Campos do Jordão é uma das referências quando pensamos em cidades para curtir o inverno no Brasil. Sempre atraindo milhares de turistas durante todos os anos, a cidade nunca perde o seu encanto.

Ademais, seu ponto de referência mais famoso, sem dúvidas, é a Vila Capivari, local onde é possível experimentar a tradicional cerveja Baden Baden.

Nessa época do ano, as temperaturas podem ficar abaixo de zero. Experimente apreciar a apresentação da orquestra e do coro no festival de inverno da cidade.

#8 – Martins, Rio Grande do Norte

Martins, RN
Martins, RN. Foto: TripAdvisor

Martins é uma bela cidade serrana, conhecida como a “Campos do Jordão” do Rio Grande do Norte. É pequena e aconchegante, contando apenas com uma média de 9.000 habitantes.

Está localizada a mais de 700 metros de altitude e, no período mais frio do ano, as temperaturas atingem a casa dos 15ºC. Ao ir para Martins, você não pode deixar de curtir o Festival Gastronômico. É incrível!

#9 – Curitiba, Paraná

Curitiba, PR
Curitiba, PR. Foto: Prefeitura de Curitiba

Curitiba, assim como algumas das cidades listadas nesse post, é uma das cidades mais procuradas pelos turistas. Durante o inverno, sua temperatura fica na média de 8ºC e seus parques ficam ainda mais bonitos. Além disso, é ótimo visitar as tradicionais barracas gastronômicas e feiras de inverno, que apresentam diversos tipos de produtos tipicamente paranaenses.

 

#10 – Gramado, Rio Grande do Sul

Cidades para curtir o inverno no Brasil - Gramado, RS
Cidades para curtir o inverno no Brasil – Gramado, RS

Nós também já citamos Gramado por aqui. Aliás, temos um post especialmente dedicado à cidade, onde damos algumas dicas como: melhor período para viajar, dicas para hospedagem, o que fazer por lá, etc. Para acessá-lo, basta clicar aqui

Por fim, a cidade gaúcha é encantadora e vale muito a pena fazer uma visita durante o inverno.

 

Programe sua hospedagem

Alguns sites confiáveis como o Booking e o TripAdvisor, por exemplo, contam com a comparação de preços de acomodações e voos, além da possibilidade de fazer a reserva no conforto de casa. 

A dica mais importante é que você se planeje com antecedência, a fim de evitar imprevistos e, o melhor: economizar.

Falando em imprevistos, mas, especificamente sobre os aéreos: você já sabe que pode contar com a Quick em casos de atrasos ou cancelamentos de voos, não é mesmo?! 

Postado em: julho 29, 2020

Jet Lag

O que é Jet Lag? Entenda e confira 8 dicas para evitá-lo!

Quem viaja bastante, provavelmente já passou por um “jet lag básico”. A confusão no fuso horário pode dar alguns chamados “efeitos colaterais”, que necessitam de um descanso. 

Entre os sintomas estão: cansaço excessivo e sonolência, variações no humor, insônia, dificuldade de concentração e afins.

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Tráfego aéreo: o que é e como funciona?
Deserto do Atacama: 6 pontos para o seu roteiro de viagem

Por isso, nesse post explicaremos melhor o que é jet lag, quais são as principais causas desse distúrbio e o que você pode fazer para evitá-lo. Confira!

O que é Jet Lag?

Basicamente, trata-se de uma mudança repentina na rotina que atinge diretamente o organismo. Isso porque o nosso relógio biológico funciona com base no nosso dia a dia, e quando é alterado de forma inesperada, os sintomas começam a aparecer. É o chamado ritmo circadiano (ciclo que dura um dia).

Não há uma forma de tradução exata para jet lag, o termo que chega mais perto do seu real significado é “descompensação horária”. Os médicos denominam esse distúrbio como “dissincronose”.

O jet lag é frequente nas longas viagens internacionais, nas quais ocorrem mudanças no fuso horário. Como mencionamos no início do texto, essas alterações fazem com que o viajante sinta mal-estar, fadiga, irritação, insônia, além de outras complicações fisiológicas.

Importante frisar que esse distúrbio pode acometer pessoas de praticamente todas as faixas etárias.

O que fazer para evitar o Jet Lag?

Confira 8 dicas valiosas:

#1 – Ajuste o seu relógio de acordo com o fuso horário do local de destino

Procure tomar essa atitude antecipadamente, se possível, assim que entrar no avião. Com certeza isso te deixará menos “confuso(a)” quando chegar ao local.

#2 – Descanse muito bem antes de viajar

Primeiramente, se organize bem e com antecedência, a fim de evitar estresse e correria em cima da hora, além de poder ter uma excelente noite de sono.

Quando nossa mente está descansada, a tendência é que nos adaptemos melhor aos diferentes tipos de situações.

#3 – Algumas semanas antes de viajar, flexibilize seus horários

Essa dica é especialmente para você, que possui regras um tanto quanto rígidas em relação à sua rotina e ao seu sono. Experimente acordar em horários diferentes, executar uma tarefa rápida e dormir novamente logo após, por exemplo. Assim, você não pegará o seu organismo “de surpresa”.

Nesse sentido, as pessoas que possuem maior flexibilidade em horários, são as que menos sofrem com o temido jet lag.

#4 – Tente se programar para chegar ao destino durante o dia

Essa é uma das melhores formas de se acostumar à “nova rotina”, ainda que temporariamente.

#5 – Não tome remédios para dormir, se não houver orientação médica

Caso você faça parte do grupo de “automedicação”, procure não tomar remédios para dormir durante o voo. Isso pode prejudicar o seu organismo e piorar os sintomas de jet lag. Considere tomar chás naturais, que dão aquela acalmada.

#6 – Mantenha o seu corpo em atividade

Separe um tempo para se movimentar, seja uma caminhada, alguns leves exercícios ou qualquer outra atividade que te mantém no ritmo do dia a dia. Isso te fará muito bem, seja qual for o objetivo da viagem: férias, trabalho ou outro compromisso.

#7 – Evite bebidas alcóolicas durante o voo

O álcool em si, provoca alguns efeitos colaterais como desidratação, irregularidades no sono, dores de cabeça (a famosa ressaca) e afins. Opte pela boa e tradicional água, ficando longe também de energéticos e cafeína.

#8 – Adapte sua alimentação de acordo com o novo fuso horário estabelecido

As alimentações na hora certa também contam muito. Ainda que você opte por não consumir a comida local, siga os horários adequados. Isso fará você se acostumar mais rápido à rotina e sofrer menos com os efeitos do jet lag. Ou, na melhor das hipóteses, nem sofrer!

Quem diria que algumas “simples” alterações de horário poderiam afetar tanto o nosso organismo, não é mesmo?! Por isso, siga nossas dicas para evitar ao máximo esse tipo de situação e viaje tranquilamente.

Por fim, evitando mais ainda problemas durante viagens, lembre-se que você pode contar com a Quick em casos de atrasos ou cancelamentos de voos. 

É só clicar aqui e enviar o seu caso para análise. Se aprovado, você garante R$ 1.000,00 em 2 dias.

Postado em: julho 15, 2020