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Autor: Horta

Bleisure

Bleisure: saiba mais sobre a tendência em viagens corporativas

É possível conciliar trabalho e diversão? A Quick responde!

As viagens corporativas são indispensáveis para diversas organizações, principalmente quando falamos de vendas externas, congressos e outros eventos que exijam o deslocamento de funcionários.

Nesse sentido, algumas tendências surgem a fim de proporcionar mais conforto aos colaboradores. Hoje, falaremos sobre uma delas: bleisure.

Viagens corporativas: entenda sobre o assunto em 3 pontos!
Alta temporada de viagens: qual é a melhor época para viajar?
Classes de voo: saiba quais são os tipos e como cada um funciona!  

Entenda a origem do termo, o conceito, as vantagens e como as empresas colocam essa tendência em prática. Confira!

Bleisure: origem e conceito

O termo bleisure tem como origem a junção das palavras business (negócios) + leisure (lazer). Basicamente, isso quer dizer que os funcionários poderão unir o útil ao agradável: trabalhar e ao mesmo tempo ter momentos de diversão. Afinal, uma viagem corporativa não precisa ser cansativa ao tratar apenas de negócios, também é possível desfrutar das paisagens, fazer network, conhecer a cultura local e afins.

Mas, por trás disso, é claro que há muita organização, para que os compromissos de trabalho não sejam prejudicados. Os colaboradores cumprem os dias combinados e, geralmente, são liberados para turismo e outras atividades nos últimos dias.

Além disso, uma característica interessante dessa tendência é que os amigos ou familiares podem acompanhar no período adicional.

De acordo com dados de uma pesquisa do Bridge Street Global Hospitality, denominada The Bleisure Report 2014, 46% das pessoas entrevistadas já ficaram alguns dias a mais em suas viagens corporativas, enquanto 79% acreditam nos benefícios desta combinação.

Bleisure: vantagens

Sabemos que organizações que contam com culturas acolhedoras e prezam pelo bem-estar dos funcionários se destacam nos resultados. Isso porque os mesmos se sentem valorizados e motivados a desempenharem seus papéis da melhor forma possível.

Ao proporcionar bleisure, as empresas entram no ritmo deste novo cenário: incentivando os colaboradores, melhorando o rendimento perante ao mercado de trabalho e saindo à frente da concorrência.

Ademais, não são só os funcionários que sentem os efeitos positivos dessa tendência: outros setores da economia como as redes de transportes, gastronomia e hotelaria são beneficiadas, por exemplo, uma vez que durante a estadia, os hóspedes necessitarão de todos esses serviços.

Bleisure no cenário brasileiro

Apesar de ser uma forte tendência, a prática no Brasil permanece tímida – pelo menos até a data deste post. Isso se deve à resistência de empresas mais conservadoras, que acreditam que o lazer somado ao trabalho geram gastos “desnecessários” e podem tirar o foco.

Algumas (poucas) empresas adotaram a prática. Todavia, as negociações são totalmente “personalizáveis e internas”, por ainda não ter uma Política de Viagens definida para essa área.

A expectativa é que, futuramente, essa política seja redigida formalmente, com o objetivo de evitar desentendimentos – principalmente na parte de reembolsos, onde são separados os gastos do colaborador com atividades profissionais ou pessoais.

Aproveitando o gancho, é importante frisar que na bleisure, essa regra já fica quase que pré-definida: os gastos nos dias de lazer ficam na responsabilidade do próprio funcionário.

Como manter o controle de gastos nesse tipo de viagem?

As empresas que desejam colocar essa tendência em prática agora, precisam da regulamentação que citamos anteriormente. Nesse documento, deve constar todos os direitos e deveres de ambas as partes.

Além disso, é necessário indicar contatos de emergência, fornecedores e outros detalhes que a empresa julgue indispensáveis.

Por último, mas nunca menos importante, o planejamento financeiro. Nessa parte, é essencial discriminar a divisão de gastos. Por exemplo: a organização custeia passagens, hospedagens, transportes e alimentação. O que ficar fora disso, ficará a cargo do funcionário.

E aí, a empresa na qual você trabalha ou administra pratica – ou ao menos cogita – a implementação de bleisure?

Agora que você já sabe mais sobre esse assunto, pode torná-lo pauta nas próximas reuniões.

Para continuar por dentro do mundo das viagens, continue de olho no blog da Quick!

Postado em: setembro 15, 2020

Viagens corporativas

Viagens corporativas: entenda sobre o assunto em 3 pontos!

Com o aumento das demandas organizacionais, é bem comum que as empresas – sejam elas de pequeno, médio ou grande porte – promovam viagens para seus funcionários. Como por exemplo: idas a congressos, reuniões com clientes, feiras ou outros tipos de eventos. São as chamadas viagens corporativas.

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Nesse post, explicaremos tudo o que você precisa saber sobre o assunto. Confira!

#1 – Viagens corporativas: o que são?

De acordo com a definição da Copastur (2018), viagens corporativas “são aquelas feitas pelos funcionários de determinada organização em nome da instituição”.

O deslocamento desses funcionários pode ser por diversos motivos, como mencionamos no início do texto: feiras, congressos ou até mesmo visita aos chamados “clientes-chave”, geralmente para o fechamento de negócios ou outros assuntos que podem ser resolvidos apenas pessoalmente.

Nesse sentido, pelo menos a maioria das empresas que promovem viagens corporativas, não consideram um simples gasto com os colaboradores, e sim um investimento, uma vez que estes conseguem alguns benefícios como: estreitamento de laços com clientes ou fornecedores, sucesso em negociações, promoção da marca (em casos de feiras e congressos) e afins – o que consequentemente gera maior lucratividade.

#2 – Gestor de viagens corporativas: conheça o profissional por trás do processo

Para que essas viagens sejam devidamente controladas – e claro, obtenham sucesso –, há um profissional especializado na área por trás de tudo, denominado gestor de viagens corporativas. Essa contratação é indicada independentemente do porte da empresa – desde que realize o processo.

De forma prática, o gestor centralizará e analisará todas as informações referentes às viagens realizadas pela corporação, estabelecendo determinados critérios de controle de atividades e acompanhando todo o “desenrolar” da situação.

Dentre as principais responsabilidades deste profissional, podemos destacar:

– Controle de orçamento – quais serão os gastos necessários na viagem;

– Reserva de hotéis e passagens ou aprovação de reservas realizadas pelos próprios colaboradores;

– Assessoria aos viajantes;

– Definição das políticas de viagem;

– Sugestão de roteiro turístico – se houver parte recreativa durante a viagem;

– Elaboração de planilhas e relatórios para avaliação dos acionistas e diretores.

É importante frisar que, dependendo da forma de gestão e organização de cada empresa, pode ser que a gestão de viagens corporativas fique atrelada aos seguintes cargos: Analista de Suprimentos, Administrativo ou Financeiro; Coordenador(a) Administrativo/Financeiro; Analista de RH ou Secretários(as).

Isso é bem particular de cada empresa, mas um ponto em comum entre todas é que o uso de ferramentas para automatização desses processos é mais do que necessário, a fim de otimizar tempo e garantir mais eficácia de modo geral.

#3 – O pós-viagem precisa ser avaliado!

Por fim, o gestor de viagens corporativas avaliará criteriosamente os resultados obtidos no deslocamento dos funcionários, para assim manter ou realinhar estratégias.

Partindo desse ponto, o roteiro de viagem pode ser rediscutido e um novo planejamento pode ser feito. Essa avaliação leva em consideração cada detalhe: desde a qualidade do voo até o atendimento realizado pelo hotel.

Em suma, o cuidado com as viagens corporativas é super essencial, para essas ocorram da forma mais inteligente e eficaz possível.

 

Para ficar por dentro do mundo de viagens, basta continuar de olho no blog da Quick.

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Postado em: agosto 31, 2020

Classes de voo

Classes de voo: saiba quais são os tipos e como cada um funciona!

Viajar é sempre muito bom, não é mesmo?! Mas, boa parte dos viajantes não conhece todos os tipos de classes de voo disponíveis. Entre os motivos, estão os altos preços envolvidos.

Entretanto, em determinados períodos do ano, as companhias aéreas realizam promoções e, talvez para viagens mais longas, as classes que oferecem mais conforto podem ser consideradas.

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Por isso, a fim de esclarecer todas dúvidas relacionadas ao assunto, a Quick Brasil te conta quais são os tipos de classe e como estes de fato funcionam. Confira!

Classes de voo: econômica

A classe econômica é a mais conhecida e utilizada entre os passageiros. Sua principal característica é o baixo preço quando comparado às demais classes, pois se trata de uma categoria mais básica.

Contudo, os viajantes não precisam se preocupar, porque ainda assim, terão um conforto considerável: encostos de cabeça, poltronas ajustáveis e inclináveis – na parte do tronco e pernas.

Além disso, refeições são oferecidas. Geralmente, elas são ajustadas conforme o horário e duração do voo, assim como as bebidas. Mas, isso dependerá muito da empresa que está oferecendo os serviços, pois algumas não disponibilizam refeições em rotas selecionadas. Dessa forma, os passageiros interessados precisam comprá-las.

E conforme a duração do voo, entretenimento multimídia também pode ser ofertado para os viajantes, com filmes, música ou programas de TV.

Econômica Premium

Você sabia que dentro da categoria econômica, existe a versão premium? Sim, isso mesmo! Basicamente, funciona quase que da mesma forma da econômica comum, mas com uns “mimos” a mais, como: acesso às salas vip do aeroporto para aguardar o voo, mais conforto no transporte da bagagem e os assentos contam com mais espaços nas laterais e nas pernas.

Classes de voo: executiva

A classe executiva (business), conta com flexibilidade nos horários de voos, cabines confortáveis, poltronas com mais espaço, variedade de refeições e equipamento multimídia para entretenimento. Ademais, o limite das bagagens é maior. Ou seja, dificilmente os passageiros desta classe reclamarão dos “perrengues” com o peso das malas.

Há salas especiais para aguardar o voo, cafés e bares – ideais para viagens a trabalho, nas quais as “pausas” para resolver problemas são necessárias. Nesse sentido, é bem comum encontrar tomadas para conectar os computadores e serviços de conexão à internet.

O atendimento é VIP e o tempo normalmente gasto com check-in é bem otimizado.

Inclusive, alguns aeroportos disponibilizam chuveiros! Demais, não é?!

Primeira classe

A primeira classe, como o próprio nome já sugere, é a melhor – e mais cara – das opções. Nela, o viajante possui total privacidade, condições exclusivas e muuuuitos mimos.

Os assentos são fabricados com materiais de alta tecnologia – e podem se transformar em uma grande e confortável cama.

As refeições são preparadas pelos melhores chefs, servidas ao horário de preferência do viajante – diferentemente da classe econômica, na qual o horário é determinado pela companhia aérea.

Além, é claro, das salas VIP, bares, restaurantes, check-in hiper agilizado e até mesmo um ótimo e completo café da manhã no aeroporto.

 

Em uma breve comparação das 4 opções citadas nesse post, podemos dizer que a econômica premium está entre a econômica comum e a executiva, se tornando uma categoria “média”; enquanto isso, a primeira classe está em um degrau acima da classe executiva – ambas oferecem muito conforto, mas a business é um pouco mais “prática” do que a 1st class.

Para voos nacionais, não há primeira classe

Aqui no Brasil, normalmente as companhias aéreas não trabalham com voos de primeira classe para destinos nacionais. Inclusive, não há a diferenciação e cabines entre econômica e executiva.

Entretanto, é possível sim que os passageiros tenham um pouco mais de conforto – com assentos especiais.

Funciona mais como uma econômica premium – se for avaliar os serviços ofertados e os preços, que costumam ser acessíveis, mas com adicionais de bagagem, espaço, mais opções no cardápio e outras facilidades.

 

Agora que você já sabe como funcionam as classes de voos, já pode considerar as opções para o seu planejamento de viagem, não é mesmo?!

E por fim, você também já sabe que se o voo atrasar ou cancelar, basta clicar aqui e nos enviar o seu caso. Se aprovado, você garante R$ 1.000,00 em 2 dias.

Postado em: agosto 17, 2020

Cidades para curtir o inverno no Brasil

Conheça 10 cidades para curtir o inverno no Brasil!

Por aqui, a população é dividida em dois grupos: os que preferem verão e os que preferem inverno. 

Brincadeiras à parte, diferentemente do que muitos possam pensar, há excelentes lugares a serem aproveitados na época mais fria do ano. E é por isso que selecionamos 10 indicações de cidades para curtir o inverno no Brasil.

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Pegou papel e caneta ou o bloco de notas do celular? Então, confira nossas indicações e anote aí!

#1 – São Joaquim, Santa Catarina

Cidades para curtir o inverno no Brasil - São Joaquim, SC
Cidades para curtir o inverno no Brasil – São Joaquim, SC. Foto: Portal Viagem e Turismo

Ainda há quem diga que no Brasil não neva, hein?! São Joaquim é uma das cidades brasileiras que, no inverno, atingem temperaturas abaixo de zero. Ideal para quem é fã dessa época do ano. Algumas vezes pode nevar por lá, o que atrai muitos turistas.

Além disso, o amigável local conta com muita vegetação ao redor, algumas vinícolas – como a Serra do Rio Rastro e a Pedra Furada –, montanhas, etc.

#2 – Monte Verde, Minas Gerais

Cidades para curtir o inverno no Brasil - Monte Verde, MG
Cidades para curtir o inverno no Brasil – Monte Verde, MG. Foto: Portal Viajando na Janela

Se você acompanha o blog da Quick, deve ter notado o quanto amamos falar de Monte Verde. Mas, precisamos enaltecer que a pequena cidade mineira é super charmosa, e é o destino preferido de diversos turistas ao redor do Brasil durante o inverno.

Seu “minicentro” conta com restaurantes variados, cervejarias e comércios para diferentes gostos. Ademais, os chalés e hotéis são bem convidativos. 

Você pode curtir também algumas atividades como trekking, passeio a cavalo, tirolesa e afins.

#3 – Domingos Martins, Espírito Santo

Cidades para curtir o inverno no Brasil - Domingos Martins, ES
Cidades para curtir o inverno no Brasil – Domingos Martins, ES – Pedra Azul. Foto: Portal Rotas Capixabas

Domingos Martins é uma cidade localizada na região serrana do Espírito Santo. Ao viajar para lá no inverno, você com certeza será agraciado(a) com conforto, beleza e muita comodidade.

Há restaurantes super aconchegantes e, alguns hotéis com lareira são dignos de um cenário de filme.

Em relação às atrações locais, você pode aproveitar as cavalgadas e as maravilhosas paisagens de alguns pontos turísticos, como a Pedra Azul, por exemplo.

#4 – Penedo, Rio de Janeiro

Penedo, RJ
Penedo, RJ. Foto: Guia do Turismo Brasil

Penedo, além de ser uma cidade ótima para curtir o inverno, possui muita bagagem. Foi fundada por finlandeses – daí a referência na arquitetura da “vila” – nos anos 1920, e era a principal colônia do país. Para mergulhar a fundo em sua história, recomendamos a visita ao Museu Finlandês Dona Eva. 

Na época mais fria do ano, Penedo conta com a gastronomia de referências europeias e, claro, muito vinho e queijo.

Sendo assim, se colocar a cidade no seu roteiro de viagem, não deixe de visitar alguns pontos turísticos como o Vale dos Duendes, a Roda D’Água e a Casa do Papai Noel.

#5 – Holambra, São Paulo

Holambra, SP
Holambra, SP. Foto: Brunella Nunes.

Também conhecida como capital das flores, Holambra é a sétima melhor região no quesito qualidade de vida no Brasil, de acordo com informações do Portal Casa Vogue.

No inverno, o local é marcado pelas atrações culturais e gastronômicas, atraindo muitos turistas.

Sua arquitetura holandesa chama muita atenção. Nesse sentido, para entender melhor sobre a história da cidade, é possível visitar o Museu Histórico, que possui um amplo acervo sobre a colonização holandesa.

#6 – Garanhuns, Pernambuco

Garanhuns, PE
Garanhuns, PE. Foto: Prefeitura Municipal de Garanhuns

Localizada a 230 km de Recife e a 842 metros de altitude, Garanhuns é uma das charmosas cidades pertencentes ao circuito de frio pernambucano. Possui um clima serrano que chega a 16ºC no inverno. Nesse período, é realizado o Festival de Inverno de Garanhuns, que inclui apresentações, espetáculos e outras diversas manifestações culturais.

#7 – Campos do Jordão, São Paulo

Campos do Jordão, SP
Campos do Jordão, SP. Foto: Naturam

Campos do Jordão é uma das referências quando pensamos em cidades para curtir o inverno no Brasil. Sempre atraindo milhares de turistas durante todos os anos, a cidade nunca perde o seu encanto.

Ademais, seu ponto de referência mais famoso, sem dúvidas, é a Vila Capivari, local onde é possível experimentar a tradicional cerveja Baden Baden.

Nessa época do ano, as temperaturas podem ficar abaixo de zero. Experimente apreciar a apresentação da orquestra e do coro no festival de inverno da cidade.

#8 – Martins, Rio Grande do Norte

Martins, RN
Martins, RN. Foto: TripAdvisor

Martins é uma bela cidade serrana, conhecida como a “Campos do Jordão” do Rio Grande do Norte. É pequena e aconchegante, contando apenas com uma média de 9.000 habitantes.

Está localizada a mais de 700 metros de altitude e, no período mais frio do ano, as temperaturas atingem a casa dos 15ºC. Ao ir para Martins, você não pode deixar de curtir o Festival Gastronômico. É incrível!

#9 – Curitiba, Paraná

Curitiba, PR
Curitiba, PR. Foto: Prefeitura de Curitiba

Curitiba, assim como algumas das cidades listadas nesse post, é uma das cidades mais procuradas pelos turistas. Durante o inverno, sua temperatura fica na média de 8ºC e seus parques ficam ainda mais bonitos. Além disso, é ótimo visitar as tradicionais barracas gastronômicas e feiras de inverno, que apresentam diversos tipos de produtos tipicamente paranaenses.

 

#10 – Gramado, Rio Grande do Sul

Cidades para curtir o inverno no Brasil - Gramado, RS
Cidades para curtir o inverno no Brasil – Gramado, RS

Nós também já citamos Gramado por aqui. Aliás, temos um post especialmente dedicado à cidade, onde damos algumas dicas como: melhor período para viajar, dicas para hospedagem, o que fazer por lá, etc. Para acessá-lo, basta clicar aqui

Por fim, a cidade gaúcha é encantadora e vale muito a pena fazer uma visita durante o inverno.

 

Programe sua hospedagem

Alguns sites confiáveis como o Booking e o TripAdvisor, por exemplo, contam com a comparação de preços de acomodações e voos, além da possibilidade de fazer a reserva no conforto de casa. 

A dica mais importante é que você se planeje com antecedência, a fim de evitar imprevistos e, o melhor: economizar.

Falando em imprevistos, mas, especificamente sobre os aéreos: você já sabe que pode contar com a Quick em casos de atrasos ou cancelamentos de voos, não é mesmo?! 

Postado em: julho 29, 2020

Jet Lag

O que é Jet Lag? Entenda e confira 8 dicas para evitá-lo!

Quem viaja bastante, provavelmente já passou por um “jet lag básico”. A confusão no fuso horário pode dar alguns chamados “efeitos colaterais”, que necessitam de um descanso. 

Entre os sintomas estão: cansaço excessivo e sonolência, variações no humor, insônia, dificuldade de concentração e afins.

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Por isso, nesse post explicaremos melhor o que é jet lag, quais são as principais causas desse distúrbio e o que você pode fazer para evitá-lo. Confira!

O que é Jet Lag?

Basicamente, trata-se de uma mudança repentina na rotina que atinge diretamente o organismo. Isso porque o nosso relógio biológico funciona com base no nosso dia a dia, e quando é alterado de forma inesperada, os sintomas começam a aparecer. É o chamado ritmo circadiano (ciclo que dura um dia).

Não há uma forma de tradução exata para jet lag, o termo que chega mais perto do seu real significado é “descompensação horária”. Os médicos denominam esse distúrbio como “dissincronose”.

O jet lag é frequente nas longas viagens internacionais, nas quais ocorrem mudanças no fuso horário. Como mencionamos no início do texto, essas alterações fazem com que o viajante sinta mal-estar, fadiga, irritação, insônia, além de outras complicações fisiológicas.

Importante frisar que esse distúrbio pode acometer pessoas de praticamente todas as faixas etárias.

O que fazer para evitar o Jet Lag?

Confira 8 dicas valiosas:

#1 – Ajuste o seu relógio de acordo com o fuso horário do local de destino

Procure tomar essa atitude antecipadamente, se possível, assim que entrar no avião. Com certeza isso te deixará menos “confuso(a)” quando chegar ao local.

#2 – Descanse muito bem antes de viajar

Primeiramente, se organize bem e com antecedência, a fim de evitar estresse e correria em cima da hora, além de poder ter uma excelente noite de sono.

Quando nossa mente está descansada, a tendência é que nos adaptemos melhor aos diferentes tipos de situações.

#3 – Algumas semanas antes de viajar, flexibilize seus horários

Essa dica é especialmente para você, que possui regras um tanto quanto rígidas em relação à sua rotina e ao seu sono. Experimente acordar em horários diferentes, executar uma tarefa rápida e dormir novamente logo após, por exemplo. Assim, você não pegará o seu organismo “de surpresa”.

Nesse sentido, as pessoas que possuem maior flexibilidade em horários, são as que menos sofrem com o temido jet lag.

#4 – Tente se programar para chegar ao destino durante o dia

Essa é uma das melhores formas de se acostumar à “nova rotina”, ainda que temporariamente.

#5 – Não tome remédios para dormir, se não houver orientação médica

Caso você faça parte do grupo de “automedicação”, procure não tomar remédios para dormir durante o voo. Isso pode prejudicar o seu organismo e piorar os sintomas de jet lag. Considere tomar chás naturais, que dão aquela acalmada.

#6 – Mantenha o seu corpo em atividade

Separe um tempo para se movimentar, seja uma caminhada, alguns leves exercícios ou qualquer outra atividade que te mantém no ritmo do dia a dia. Isso te fará muito bem, seja qual for o objetivo da viagem: férias, trabalho ou outro compromisso.

#7 – Evite bebidas alcóolicas durante o voo

O álcool em si, provoca alguns efeitos colaterais como desidratação, irregularidades no sono, dores de cabeça (a famosa ressaca) e afins. Opte pela boa e tradicional água, ficando longe também de energéticos e cafeína.

#8 – Adapte sua alimentação de acordo com o novo fuso horário estabelecido

As alimentações na hora certa também contam muito. Ainda que você opte por não consumir a comida local, siga os horários adequados. Isso fará você se acostumar mais rápido à rotina e sofrer menos com os efeitos do jet lag. Ou, na melhor das hipóteses, nem sofrer!

Quem diria que algumas “simples” alterações de horário poderiam afetar tanto o nosso organismo, não é mesmo?! Por isso, siga nossas dicas para evitar ao máximo esse tipo de situação e viaje tranquilamente.

Por fim, evitando mais ainda problemas durante viagens, lembre-se que você pode contar com a Quick em casos de atrasos ou cancelamentos de voos. 

É só clicar aqui e enviar o seu caso para análise. Se aprovado, você garante R$ 1.000,00 em 2 dias.

Postado em: julho 15, 2020

Viajar barato

Viajar barato: confira 7 dicas para economizar na trip!

Quer viajar, mas não pretende gastar muito? Pois saiba que, dependendo do destino, é possível economizar bastante! Inclusive, dessa forma, é possível realizar mais viagens durante o ano. Afinal, quem não gosta, não é mesmo?!

Contudo, viajar barato exige atenção e planejamento.

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Pensando nisso, listamos 7 dicas para que você possa viajar tranquilo(a) e sem gastar muito. Confira!

#1 – Viajar barato: escolha do destino

Para viajar barato, uma dica indispensável é: NÃO tenha preguiça de pesquisar! Pesquise muito, vá a fundo em todos os sites, leia resenhas em blogs, relatos em vídeos no YouTube, compare preços e benefícios ao escolher o destino.

Para você conseguir analisar melhor qual será a média de custo da cidade escolhida, verifique a faixa de preço das hospedagens – possui opções “em conta”, ou apenas locais caros? Muitas das vezes, esses preços refletem os valores dos comércios locais também – informações que já dão uma boa dimensão do que realmente será gasto.

#2 – Viajar barato: períodos de baixa temporada são os ideais

Aqui no blog, já falamos sobre o período de alta temporada – no qual os preços sobem consideravelmente, quando comparado às demais épocas do ano.

Nesse sentido, importante frisar que essa informação é quase que unânime – toda cidade turística possui períodos de alta temporada.

Portanto, recomendamos que opte pela baixa temporada, ao menos no planejamento.

Só para ilustrar, sabemos que cidades como Gramado (RS), Campos do Jordão (SP) e Monte Verde (MG), são “frias”, portanto, seu período de alta é no inverno, certo? Então, se mesmo assim quiser ir para um desses destinos durante essa época e economizar, compre as passagens e faça a reserva da hospedagem durante o verão, por exemplo. Garantimos que centenas de reais serão poupadas!

#3 – Viajar barato: Pesquise as atrações gratuitas do local

A maioria das cidades possuem excelentes pontos turísticos gratuitos a serem visitados e admirados. Ao definir o local, já faça uma prévia lista dos lugares que não cobram ingressos para visitação. Dessa forma, você não deixa de aproveitar a cidade, tira excelentes fotos (se gostar) e ainda poupa dinheiro.

Mas, a fim de otimizar tempo também, reforçamos a importância da pesquisa – ainda mais se for a sua primeira visita ao destino.

#4 – Use transporte público

Um ótimo meio para deslocamento entre os pontos turísticos e até mesmo entre as cidades é o transporte público. Portanto, também não deixe de pesquisar e anotar quais são os meios mais utilizados na cidade de destino: ônibus? Trem? Balsa? Anote os preços médios de cada opção e pré-determine as rotas.

#5 – Reserve hostels

Mencionamos os preços das hospedagens no primeiro tópico: avalie o chamado “custo-benefício”. Resumidamente, os hostels – popularmente conhecidos como albergues –, cobram diárias muito mais baixas em quartos coletivos do que um hotel. Sendo assim, você economiza uma grana e conhece pessoas novas!

Entretanto, se a sua personalidade for mais “reservada” e você preferir um conforto maior, busque promoções de hotéis locais, também vale muito a pena.

#6 – Evite aquelas “comprinhas básicas”

Ah, quem nunca viajou para algum lugar e comprou “lembrancinhas” para parentes ou amigos, não é?!

Só que são esses pequenos objetos e outras “pequenas comprinhas” que acabam pesando nos gastos finais. Evite e verá a diferença no orçamento!

#7 – Alimentação: opte por food trucks ou prepare suas refeições!

O gasto com alimentação é obviamente indispensável, mas é possível economizar nesse ponto também!

As famosas “comidas de rua” possuem ótimos preços e são deliciosas. Além disso, na rotina de um hostel, é normal preparar a própria refeição, uma vez que há uma cozinha coletiva para os hóspedes.

Comidas em restaurantes famosos ou shoppings são mais caros.

 

E aí, anotou as dicas para viajar barato? Para mais dicas de viagem, continue acompanhando o blog da Quick.

Por fim, já sabe: o voo atrasou ou cancelou? Nos envie o seu caso e, se aprovado, garanta R$ 1.000,00 em 02 dias.

Postado em: julho 6, 2020

Roteiro Austrália

Roteiro Austrália: 5 coisas que você precisa saber antes de viajar!

Conhecer a Austrália é literalmente viajar para o outro lado do mundo. O país, localizado na Oceania, conta com muitas maravilhas naturais, animais raramente encontrados em outras partes do mundo, cidades agitadas e moradores receptivos que atraem muitos turistas todos os anos.

Mas, para aproveitar bem a trip, o Roteiro Austrália é indispensável.

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Portanto, a fim de te ajudar, listamos nesse post 5 coisas que você precisa saber antes de viajar. Pegue papel e caneta ou a agenda do celular para anotar as nossas dicas. Confira!

#1 – Roteiro Austrália: por onde começar?

Como falamos logo na primeira frase desse post, conhecer o país é viajar para o outro lado do mundo. Logo, são muitas horas de viagem, com grandes chances de jet lag e outros fatores que exigem um certo tempo para se adaptar e estar preparado para “turistar”.

Sendo assim, uma das primeiras recomendações que fazemos é: faça o planejamento para pelo menos 15 dias de viagem. Dessa forma, você poderá aproveitar diversos lugares em um espaço confortável de tempo. Importante frisar que esse período é o mínimo.

#2 – Roteiro Austrália: saiba sobre a cultura local

A população australiana é conhecida por sua cultura acolhedora. Isso porque, de acordo com informações do Portal Australian Centre, o país é formado por 23 milhões de habitantes, e cerca de 47% dessa população é formada por estrangeiros ou pessoas que possuem pai ou mãe nascidos no exterior.

Só para ilustrar, os brasileiros sempre foram muito bem recebidos. Por lá, é possível se deparar com algumas características que possuem clara influência brasileira. Dentre elas, o consumo de açaí, uso de sandálias Havaianas, os biquínis das australianas, etc.

Festas ao ritmo brasileiro em Sydney, Gold Coast, Perth ou Brisbane? Temos!

#3 – Roteiro Austrália: cidades turísticas indispensáveis

Para uma viagem “daquelas”, deixaremos abaixo algumas sugestões de cidades e passeios para que você possa colocar na sua lista: seja sozinho(a), com amigos ou família:

– Canberra

Roteiro Austrália - Canberra

Imagem: Pinterest

Canberra é a capital da Austrália e é conhecida por sua limpeza e organização. Sua arquitetura – muito bem pensada e executada – é de deixar qualquer um de boca aberta.

Denominada como “jardim-cidade”, Canberra não possui praias, mas possui um lago artificial enorme no centro.

– Sydney

Roteiro Austrália - Sydney

Imagem: Trip Advisor

Além de ser a maior cidade do país, Sydney conta com a Opera House, um dos cartões postais mais conhecidos da Austrália. É localizada no Estado de Nova Gales do Sul.

Ademais, todo réveillon é cenário de enormes queimas de fogos, e tornou-se um dos destinos mais disputados do mundo.

– Brisbane

Brisbane

Brisbane conta com feirinhas ao ar livre, locais para churrascos e acredite: possui uma praia artificial no centro. De modo geral, sua estrutura é de uma grande cidade. Contudo, não deixa de ser um lugar consideravelmente tranquilo.

A cidade é destino de muitos intercambistas que encontram ótimas oportunidades de emprego.

– Melbourne

Melbourne

Imagem: Portal Cidades em Fotos

Ao falar da Austrália, é impossível que Melbourne fique de fora da lista. Localizada no menor estado do país, Victoria, é a queridinha dos turistas.

A qualidade de vida oferecida aos moradores e intercambistas de longe é uma das características marcantes, e é super movimentada! Mas, atenção: para ir à Melbourne, é necessário estar preparado(a) para enfrentar as quatro estações do ano em um único dia – é bem comum!

 

– Hamilton Island

Hamilton Island

Em Hamilton Island, encontramos as maiores maravilhas submarinas do mundo: a Barreira de Corais com centenas de animais marinhos, misturados em espécies raras e comuns.

Entretanto, recomendamos que esse passeio seja previamente agendado, porque está sempre lotado de turistas e a fila é grande, viu?

– Gold Coast

Gold Coast

Imagem: Portal Australian Centre

Gold Coast é uma cidade litorânea mega agitada! Conta com diversos shows, espetáculos, teatros e cinemas. Está situada ao leste australiano e seu cenário paradisíaco vale muito a pena ser visto de perto.

Por fim, reforçamos que as cidades acima são apenas algumas das diversas maravilhas do país!

#4 – Como os meios de transporte funcionam?

Para se deslocar entre as cidades, há três opções: balsas, trens e ônibus.

Dentre esses meios, o mais utilizado é o trem. São pontuais, bem estruturados e limpos.

Porém, o ônibus é uma ótima opção também, pois é eficiente e pontual, características que evitam a superlotação de passageiros.

Para pagar os transportes, os passageiros utilizam um cartão – parecido com um de crédito – debitado ao final de cada trajeto.

#5 – Roteiro Austrália: Gastronomia 

Se você está com um certo receio do que vai encontrar lá no quesito gastronômico, pode se despreocupar! A gastronomia local é a mais variada possível, e com certeza terá algo que se encaixe com o seu gosto.

Todavia, se estiver a fim de realmente conhecer a rotina alimentar dos australianos, adiantamos que aussie meat pie (semelhante a uma empada com recheio de carne), fish and chips (peixe com fritas) e os hamburgers são os pratos mais pedidos.

Os moradores são tão apaixonados por hamburguerias, que incluíram o cardápio no breakfast (café da manhã).

Esses são os pratos mais conhecidos, mas garantimos que a culinária de modo geral é bem caprichada e é incrível explorar todos os sabores possíveis.

 

E aí, anotou as dicas para seu Roteiro Austrália? Para continuar recebendo dicas de viagem, é só ficar de olho aqui no blog da Quick.

Além disso, já sabe: voo cancelou ou atrasou? Nos envie o seu caso e, se aprovado, garanta R$ 1.000,00 em 02 dias.

Postado em: junho 29, 2020

Natal Luz Gramado

Natal Luz Gramado: conheça o espetacular evento gaúcho

O Natal é uma das datas comemorativas mais esperadas do ano. Afinal, é a época de celebrar em família, amigos e claro, lembrar do verdadeiro espírito natalino.

Nesse sentido, os eventos criados para essa data estão se superando a cada dia, dando um show de beleza e criatividade. E um dos grandes destaques da vez é o Natal Luz Gramado.

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Se você pretende mudar a programação e planejar com uma antecedência confortável, vai adorar saber o que a cidade gaúcha reserva. Por isso, nesse post, te contamos tudo sobre o evento!

Natal Luz Gramado: sobre o evento

O Natal Luz Gramado entrará na sua 35ª edição este ano. Ocorrerá entre os meses de outubro de 2020 e janeiro de 2021, e contará com diversos shows e espetáculos – pagos e gratuitos.

Além das semanas de atrações, a decoração brilhante e extremamente caprichada é uma de suas características marcantes. É impossível não se impressionar com tamanha beleza.

Como o Natal Luz Gramado surgiu?

O evento foi criado em 1986, a fim de atrair o público para a Festa das Hortênsias, que há cerca de 60 anos projetou Gramado para o turismo.

O atrativo foi essencial, uma vez que o período de final de ano é de baixa temporada na cidade.

Nessa primeira edição, o Prefeito juntamente ao Secretário de Turismo, buscaram referências internacionais e foram além de uma decoração vistosa. Então, contaram com a OSPA – Orquestra Sinfônica de Porto Alegre e realizaram um grande coral, repleto de músicas natalinas. O evento foi definitivamente um sucesso, e marcou de vez o calendário turístico de Gramado.

Viajar para Gramado nesse período é muito caro? Entenda a média de valores

Consideravelmente sim. Principalmente quando nos referimos ao mês de dezembro, no qual as hospedagens ficam muito mais caras.

Se você priorizar a economia na trip, pode considerar viajar em novembro ou até mesmo janeiro. Além disso, como mencionamos no início do texto, há atrações pagas e gratuitas.

Os ingressos dos espetáculos pagos custam em média R$ 170,00 por pessoa (a partir de 4 anos de idade, valores de 2019). Idosos, doadores de sangue e estudantes pagam meia entrada, basta apresentar os documentos comprobatórios. Ademais, clientes Bradesco também possuem descontos.

Apesar de não ser pouco gasto, podemos afirmar que o Natal Luz Gramado é uma experiência que vale a pena conferir de perto pelo menos uma vez.

Os ingressos podem ser adquiridos no próprio site do evento, só clicar neste link. Mas, atenção às regras: o limite de compra de ingressos é 10 por CPF, e são enviados por e-mail apenas após a confirmação de pagamento.

Taxas de conveniência não são cobradas.

Como escolher o melhor lugar para assistir aos espetáculos?

O Portal Viagens Cinematográficas deixou algumas dicas de ouro sobre o Natal Luz Gramado. Dentre elas, o melhor lugar para apreciar os espetáculos: as áreas próximas ao tapete vermelho ou área VIP são ideais. Contudo, atente-se, pois são lugares mais caros – na faixa de R$ 300,00 por pessoa.

Indicações de espetáculos

– Reencontros de Natal (Show Lago Illumination);

Reencontros de Natal (Show Lago Illumination)

– Parada de Natal;

Parada de Natal Gramado

– Desfile “A Magia do Natal”;

Desfile A Magia do Natal Gramado

– Natal pelo Mundo.

Espetáculo Natal Pelo Mundo

 

A programação completa está neste link.

Por fim, reforçamos nossa dica de ouro para as viagens: procure fazer as reservas de hospedagens e a compra das passagens o mais cedo que puder. Dessa forma, você economiza, minimiza as chances de imprevistos e curte a trip da melhor forma possível!

E já sabe, se tiver problemas com cancelamentos ou atrasos de voo, conte com a Quick: envie o seu caso e receba R$ 1.000,00 em 02 dias.

Postado em: junho 22, 2020

alta temporada de viagens

Alta temporada de viagens: qual é a melhor época para viajar?

Quem faz muitas viagens por ano sabe: o período de alta temporada é complicado, pois os preços ficam incrivelmente mais altos do que o normal. Imagine solicitar uma hospedagem – em cima da hora – em Monte Verde (MG) ou Campos do Jordão (SP) no inverno, por exemplo. Tem que se preparar para desembolsar uma boa grana.

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Nesse sentido, algumas dúvidas sobre o assunto são muito comuns, e é por isso que elaboramos esse post. Então, confira e anote as dicas para viajar no momento certo!

#1 – O que realmente é a alta temporada?

Quando ouvimos falar sobre alta temporada em determinado destino, isso implica dizer que é o período onde há maior concentração de turistas, quando comparado aos outros meses do ano. Consequentemente, é o momento no qual as passagens, hospedagens e até mesmo os estabelecimentos comerciais estão com os preços elevados.

Geralmente, o período mais comum é o de férias coletivas e escolares. Já marcou aquele passeio em família em um parque aquático e quase não achou lugar para estacionar, ou enfrentou filas gigantescas? É o pico da alta temporada.

Esse termo é aplicável para viagens nacionais e internacionais.

#2 – Período de alta temporada no Brasil

Aqui no Brasil, o período de alta temporada está concentrado nos meses de janeiro, julho e dezembro.

Além disso, os feriados prolongados nas outras épocas do ano também costumam lotar de turistas. Afinal, todo mundo quer “descansar” um pouco.

Mas, se ainda assim você optar por essa época do ano para viajar em família, o segredo para minimizar a “confusão” é a antecedência no planejamento.

Por outro lado, há grandes chances de você fugir desse fluxo intenso de turistas e altos preços, se considerar viajar nos outros períodos – não citados acima.

Tudo também vai depender do seu destino: se prefere o inverno, cidades como Domingos Martins (ES) e Gonçalves (MG), por exemplo, estarão com altos preços. Se prefere verão, destinos como Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e afins que estarão mais caros.

#3 – Opções mais “tranquilas” para viajar

Alta temporada de viagens - Chapada dos Veadeiros - Goiás
Chapada dos Veadeiros – Goiás

Até agora, citamos algumas cidades que são muito populares no Brasil. Contudo, o país conta com uma lista gigantesca de maravilhas e, algumas delas, consideravelmente escondidas, onde poucos turistas vão.

É o exemplo da Chapada dos Veadeiros – localizada em Goiás. Para quem é fã do contato direto da natureza e apreciador(a) de belíssimas paisagens e cachoeiras, podemos afirmar que é o lugar ideal. Ademais, deixaremos abaixo uma breve lista de lugares que valem super a pena visitar:

Caraíva, Bahia;

Alta temporada de viagens - Caraíva, Bahia

– Galinhos, Rio Grande do Norte;

Galinhos, Rio Grande do Norte

– Japaratinga, Alagoas;

Japaratinga, Alagoas

– Presidente Epitácio, São Paulo;

Presidente Epitácio, São Paulo

– Paranapiacaba, São Paulo;

Paranapiacaba, São Paulo

E aí, ficou mais clara a questão da alta temporada de viagens? Para continuar recebendo mais informações e dicas, é só acompanhar o blog da Quick.

Por fim, já sabe: cancelamentos ou atrasos de voos atrapalharam a sua viagem? Envie o seu caso agora mesmo!

Postado em: junho 15, 2020

Tarifas aéreas

Tarifas aéreas: confira o que realmente deve ser cobrado!

É permitido e consideravelmente comum que as companhias aéreas cobrem tarifas dos passageiros, relacionadas à utilização de alguns serviços.

Mas, a fim de evitar possíveis confusões, o ideal é saber exatamente quais são as tarifas aéreas que devem ser pagas.

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Por isso, nesse post, tiraremos todas as suas dúvidas sobre o assunto. Confira!

Tarifas aéreas: Atualizações

A Infraero (empresa federal brasileira de administração indireta vinculada ao Ministério da Infraestrutura), atualizou os valores de algumas tarifas no final de 2019. Esses valores entraram em vigor em fevereiro deste ano.

Contudo, importante frisar que alguns valores, como das tarifas de embarque, variam de acordo com a categoria de cada aeroporto. Inclusive, de acordo com a ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil, as tarifas de embarque são as únicas que devem ser pagas pelo passageiro, com a finalidade de remunerar a prestação de serviços, instalações e facilidades disponibilizadas pela empresa concessionária.

Tarifas de Embarque – viagens nacionais e internacionais

O valor da tarifa de embarque doméstico varia entre R$ 22,50 a R$ 34,57 nos aeroportos correspondentes à Infraero.

Já em relação ao valor da tarifa de embarque internacional, está entre R$ 84,06 a R$ 127,02. Vide tabela.

Comprei minha passagem aérea e os valores passaram por reajustes, o que faço?

Isso é muito comum de acontecer, principalmente quando se trata de viagens planejadas, uma vez que os viajantes costumam as comprar passagens meses antes.

Todavia, não é necessário se preocupar com essa questão, pois o valor da compra que é sempre válido.

Posso pedir reembolso da minha tarifa aérea?

A solicitação de reembolso só é considerada quando o cliente comprou a passagem e pagou a tarifa aérea, porém, não viajou de fato.

Nesse sentido, a ANAC regulamentou o direito de o passageiro receber seu dinheiro pago pelo embarque, pouso e permanência no aeroporto de volta. Isso se deve ao fato de não ter feito o uso da estrutura do local – que é mantida por essa tarifa.

Mas, fique bem atento(a), pois o processo de reembolso não é automático. Ou seja, se você não solicitar, não receberá o dinheiro. Além disso, há um prazo para essa solicitação – cada cliente tem até 1 ano após a data do voo perdido para pedir a compensação.

O pedido é feito diretamente à companhia aérea. Se tudo estiver em dia e a empresa se recusar a devolver o dinheiro, o ideal é recorrer à ANAC ou aos órgãos de defesa ao consumidor.

E só para ilustrar, algumas companhias aéreas cobram multa por cancelamento de passagem, contudo, o valor não é incidente à tarifa de embarque.

Tarifa de embarque não é o mesmo que taxa de serviço

Algumas pessoas podem acabar confundindo as tarifas de embarque com taxas de serviço. É essencial não misturar os termos, pois as taxas de serviço podem ser cobradas por sites comparadores de passagens, agências de turismo, agências de intercâmbio e afins. Em outras palavras, as taxas de serviço estão diretamente ligadas a essas empresas e não ao embarque em si.

É por isso que podemos ver que, quando compramos uma passagem direto pelo site da companhia aérea, por exemplo, as taxas de serviço geralmente não são cobradas.

Tarifas aéreas: é preciso se preocupar com outros valores possivelmente cobrados?

Isso dependerá dos serviços solicitados pelo passageiro. Uma questão normal é a tarifa nas bagagens – que, agora, só é realmente cobrada caso o viajante precisar levar bagagens que ultrapassem os limites estabelecidos pela companhia aérea. Procure sempre verificar essas informações antes de viajar.

 

Em suma, as tarifas aéreas para o passageiro são mínimas – as demais existentes são entre os aeroportos, companhias aéreas e órgãos responsáveis. Fique sempre atento(a) aos valores cobrados.

E já sabe: se o seu voo cancelou ou te fez chegar com mais de 4h de atraso ao destino final, conte com a Quick. É só clicar aqui e enviar o seu caso.

Postado em: junho 8, 2020